segunda-feira, 19 de janeiro de 2015

Preto e Branco - LXXXV



A riqueza combinada dos 1% mais ricos da população mundial vai superar a dos restantes 99% já em 2016, caso se mantenha a tendência atual de aumento da desigualdade a nível global, alerta um estudo da Oxfam, uma organização internacional antipobreza.(...)



A parcela da riqueza mundial detida pelos 1% mais abastados subiu de 44% para 48% entre em 2009 e 2014. O que significa que os membros deste clube exclusivo tinham, em média, 2,7 milhões de dólares (2,33 milhões de euros) cada um. (...)


Sónia M. Lourenço
(19/01/2015)




http://expresso.sapo.pt/riqueza-dos-mais-abastados-1-vai-superar-a-da-restante-populacao-em-2016=f907000

terça-feira, 13 de janeiro de 2015

Henry Purcell



Henry Purcell
Music for a while
(1692)


Alfred Deller (contratenor)

terça-feira, 6 de janeiro de 2015

Cores



NASA, ESA/Hubble e Hubble Heritage Team



As fotogénicas colunas de gás e poeira, bem conhecidas de todos os fãs de imagens do espaço, voltaram a ser fotografadas pelo Hubble (...).
(6/01/2015)



domingo, 4 de janeiro de 2015

Cores



Nicholas de Staël
Les Toits
(1952)

http://www.kweeper.com/danch666/image/84069





"Les Toits": Um Quadro de  Nicholas de Staël


Escondeste-o, isso, aí debaixo da tinta,
uma cor, o tema do teu quadro,
que está aí, algures,
debaixo dos ladrilhos, das telhas, dos caixilhos, dos vasos da chaminé:

isso, seja o que for,
que não ousas (não queres)
ver mais,
uma cor que um dia viste
que pode ainda lá estar, que tem de estar
aí sob os cinzentos, verdes-cinza, azuis-cinza, arco-íris cinza:
essa 
cor de faca, implacável cor, uma cor
que tapaste, fingindo pintar um quadro
de telhados -
para declarar com tão medonha candura
que não podias ocultar de outra maneira.



Gael Turnbull
A trampoline, Cape Goliard Press, Londres, 1968
In: Antologia da Poesia Britânica Contemporânea, Livros Horizonte, Lisboa, 1982 (tradução de Manuel de Seabra)










Cores


     Lugares



     No Geoparque de Arouca... no cimo de tudo, consigo ver ao longe salpicos de vermelho e branco como na tela de um pintor.
  À tela, juntaram-lhe manchas e pontos cinzentos como pedras deixadas por esquecimento. Acrescentaram-lhe ainda montes, montanhas e vales com vastas pinceladas de verde.
     Ao fundo, avisto as cores ténues que se vão esmorecendo à medida que se afastam, deixando-nos pensar de onde será que vêm as alegres e constantes conversas dos pássaros. Esses sim, vida boa, sem preocupações nem aflições, vida de liberdade e simplicidade. (...)



Maria João Marcelino (12 anos)
In: Palavras, Riscos e  Pinceladas- Experiência Pedagógica a partir do Geoparque de Arouca, Escola Básica João Afonso de Aveiro-Agrupamento de Escolas de Aveiro, Aveiro, 2014

sexta-feira, 2 de janeiro de 2015

Arco-Íris


O Salgueiro



     Fecho os olhos e ouço. Uma melodia silenciosa cobre os recantos deste paraíso, perfurando o meu coração com este verde silêncio... Apenas um riacho...
     Perto de nós, no centro de um pequeno lago de cristal, está refletida a imagem de um salgueiro, com os seus longos e finos ramos interligados.
     Nas suas pargens, pequenos tufos de tojo e carqueja, ou talvez nenhum dos dois, roxos ou amarelos como as cores do arco-íris, misturam-se com o verde da relva. Pequenos bichinhos sobem e descem pelas folhas das plantas. (...)



Sara Mendes (12 anos)
In: Palavras, Riscos e  Pinceladas- Experiência Pedagógica a partir do Geoparque de Arouca, Escola Básica João Afonso de Aveiro-Agrupamento de Escolas de Aveiro, Aveiro, 2014




Verde - XLV


Escola Básica João Afonso de Aveiro
Palavras, Riscos e Pinceladas- Experiência Pedagógica a partir do Geoparque de Arouca
(2014)


http://associacaodepaisapejaa.blogspot.pt/2014/11/convite.html

http://www.apecv.pt/?q=node/6

terça-feira, 30 de dezembro de 2014

Vermelho - LXXVIII


A Rosa
A rosa,
a imarcescível rosa que não canto,
a que é peso e fragrância,
a do negro jardim na alta noite,
a de qualquer jardim e qualquer tarde,
a rosa que ressurge da mais ténue
cinza pela arte da alquimia,
a rosa de Ariosto ou a dos Persas,
a que está sempre só,
aquela que é sempre a rosa das rosas,
a jovem flor platónica,
a ardente e cega rosa que não canto,
a rosa inatingível.

Jorge Luís Borges
Fervor de Buenos Aires
(1923)

Obra Poética, vol 1, Quetzal, 2012 (trad. de Fernando Pinto do Amaral)


Luísa Amaro



Luísa Amaro
Mouriscas
(2009)

Luísa Amaro (guitarra portuguesa)
Gonçalo Lopes (clarinete baixo)
Vítor Rodrigues (percussão)
(2012)

Mulheres - XIII





Desde 1968 que o MDM tem produzido milhares e milhares de documentos, numa acção quotidiana e na busca dos conceitos apropriados para revelar acções, posições, sentimentos, afectos, trajectos de luta. Este é um valiosíssimo património: documentos e fragmentos, testemunhos e narrativas, imagens e fotografias, que reconstituem a história política da luta das mulheres em Portugal e a sua interligação com outras organizações de mulheres no mundo, dando a abrangência da acção de mulheres pela democracia, desenvolvimento, igualdade e paz.



http://arquivo.mdm.org.pt/

segunda-feira, 29 de dezembro de 2014

Branco - MLXII




Fernando Pessoa
Livro do Desassossego
(fragmento do original)


http://purl.pt/1000/1/

http://www.uc.pt/fluc/clp/inv/proj/ldod

http://projetoldod.wordpress.com/publicacoes/





Nenhum Problema Tem Solução: Um Arquivo Digital do Livro do Desassossego’ tem como objetivo a criação de uma edição/arquivo digital hipermédia dedicado à obra Livro do Desassossego (LdoD), de Bernardo Soares/Fernando Pessoa. O arquivo agregará fac-símiles digitais de todos os materiais documentais do LdoD, transcrições diplomáticas desses materiais, uma tábua de concordâncias para as principais edições portuguesas publicadas entre 1982 e 2010 (Coelho 1982; Cunha 1990; Zenith 1998; Cunha 2008; Pizarro 2010), e ainda ferramentas de pesquisa e análise textual. (...)




https://projetoldod.wordpress.com/tag/antonio-rito-silva/

Fernando Pessoa


(...) De facto, a ruptura com os monoteísmos ontológicos é uma característica da cultura do século XX, que começa com Einstein através da ruptura do espaço e do tempo objectivos, depois com Picasso que traz a ruptura da imagem objectiva da realidade, e por fim em Pessoa com a ruptura da imagem objectiva do eu. Por isso, Pessoa, mais do que um escritor português, é uma proposta nova para um mundo novo. (...)


Basilio Losada
Jornal das Letras, 13/6/2001

Vermelho - LXXVII



Henri Matisse
L'atelier rouge
(1911)



http://pioggiadinote.com/2013/12/02/del-colore-rosso/

Mulheres - XII



Arlindo Silva
Como Estamos?
(2008)



http://www.paulomendes.org/?pagina=noticias/noticias&accao=ver_noticia&id_noticia=69

Cores



Canário Arlequim Português



O Canário Arlequim Português é a única raça de canários realmente portuguesa. (...)

O Canário Arlequim Português existe na versão Par (sem poupa) e na versão Poupa (uma poupa em forma de tricórnio). O bico é forte e os olhos são bem visíveis. As patas são fortes e longas com as coxas bem visíveis. A cauda é longa e estreita. (...)



http://www.arcadenoe.pt/raca/can_rio_arlequim_portugu_s/334