É uma ave verdadeiramente minúscula, com um comprimento de apenas 9 cm e tão leve que pesa apenas 5 gramas (quatro ou cinco vezes menos que um vulgar pardal). (...)
O facto de a lista central da coroa ser cor-de-fogo está na origem do nome inglês Firecrest e também no nome científico Regulus ignicapilla (sendo que o termo igne é de origem latina e significa “fogo”, estando presente em palavras portuguesas como ígneo ou ignição, e capilla deriva do latim capillus, que significa cabelo – ou seja, ignicapilla significa que tem o cabelo cor-de-fogo).
Foi como um relâmpago, uma coisa mesmo intensa. Acho que foi esse o primeiro grande click para a música que faço hoje. Foi o grande impulso para querer fazer música, para passar grande parte do tempo a estudá-la. Percebi depois que algo de semelhante aconteceu a muitos dos músicos que ouviram Charlie Parker.
"No blog Cantigas do Maio, Aurelio Malva partilha uma imagem alusiva à Revolução dos Cravos, que depôs o regime ditatorial em Portugal - Estado Novo - vigente desde 1933 até ao 25 de Abril de 1974, data em que as pontas das espingardas foram enfeitadas com a flor vermelha. Imagem editada por Miguel Fontes" (http://pt.globalvoicesonline.org/2011/01/31/portugal-pontos-de-encontro-e-reflexao-sobre-o-egipto/)
Les gens qui voient de travers
Pensent que les bancs verts
Qu'on voit sur les trottoirs
Sont faits pour les impotents ou les ventripotents
Mais c'est une absurdité
Car à la vérité
Ils sont là c'est notoire
Pour accueillir quelque temps les amours débutants
Les amoureux qui s'bécott'nt sur les bancs publics
Bancs publics, bancs publics
En s'fouttant pas mal du regard oblique
Des passants honnêtes
Les amoureux qui s'bécott'nt sur les bancs publics
Bancs publics, bancs publics
En s'disant des "Je t'aime" pathétiques
Ont des p'tit's gueul' bien sympatiques
Ils se tiennent par la main
Parlent du lendemain
Du papier bleu d'azur
Que revêtiront les murs de leur chambre à coucher
Ils se voient déjà doucement
Ell' cousant, lui fumant
Dans un bien-être sûr
Et choisissent les prénoms de leur premier bébé
Les amoureux qui s'bécott'nt sur les bancs publics
Bancs publics, bancs publics
En s'fouttant pas mal du regard oblique
Des passants honnêtes
Les amoureux qui s'bécott'nt sur les bancs publics
Bancs publics, bancs publics
En s'disant des "Je t'aime" pathétiques
Ont des p'tit's gueul' bien sympatiques
Quand la saint' famill' machin
Croise sur son chemin
Deux de ces malappris
Ell' leur décoche hardiment des propos venimeux
N'empêch' que tout' la famille
Le pèr', la mèr', la fille
Le fils, le Saint Esprit
Voudrait bien de temps en temps pouvoir s'conduir' comme eux
Les amoureux qui s'bécott'nt sur les bancs publics
Bancs publics, bancs publics
En s'fouttant pas mal du regard oblique
Des passants honnêtes
Les amoureux qui s'bécott'nt sur les bancs publics
Bancs publics, bancs publics
En s'disant des "Je t'aime" pathétiques
Ont des p'tit's gueul' bien sympatiques
Quand les mois auront passé
Quand seront apaisés
Leurs beaux rêves flambants
Quand leur ciel se couvrira de gros nuages lourds
Ils s'apercevront émus
Qu' c'est au hasard des rues
Sur un d'ces fameux bancs
Qu'ils ont vécu le meilleur morceau de leur amour
Les amoureux qui s'bécott'nt sur les bancs publics
Bancs publics, bancs publics
En s'fouttant pas mal du regard oblique
Des passants honnêtes
Les amoureux qui s'bécott'nt sur les bancs publics
Bancs publics, bancs publics
En s'disant des "Je t'aime" pathétiques
Ont des p'tit's gueul' bien sympatiques
Amo devagar os amigos que são tristes com cinco dedos de cada lado.
Os amigos que enlouquecem e estão sentados, fechando os olhos,
com os livros atrás a arder para toda a eternidade.
Não os chamo, e eles voltam-se profundamente
dentro do fogo.
-Temos um talento doloroso e obscuro.
construímos um lugar de silêncio.
De paixão.
O meu amor Chico Buarque/1977-1978 (Para a peça Ópera do malandro, de Chico Buarque)
Teresinha: O meu amor Tem um jeito manso que é só seu E que me deixa louca Quando me beija a boca A minha pele toda fica arrepiada E me beija com calma e fundo Até minh'alma se sentir beijada, ai
Lúcia: O meu amor Tem um jeito manso que é só seu Que rouba os meus sentidos Viola os meus ouvidos Com tantos segredos lindos e indecentes Depois brinca comigo Ri do meu umbigo E me crava os dentes, ai
As duas: Eu sou sua menina, viu? E ele é o meu rapaz Meu corpo é testemunha Do bem que ele me faz
Lúcia: O meu amor Tem um jeito manso que é só seu De me deixar maluca Quando me roça a nuca E quase me machuca com a barba malfeita E de pousar as coxas entre as minhas coxas Quando ele se deita, ai
Teresinha: O meu amor Tem um jeito manso que é só seu De me fazer rodeios De me beijar os seios Me beijar o ventre E me deixar em brasa Desfruta do meu corpo Como se o meu corpo fosse a sua casa, ai
As duas: Eu sou sua menina, viu? E ele é o meu rapaz Meu corpo é testemunha Do bem que ele me faz