"Narciso continuou, assim, a trilhar a senda da crueldade, troçando sempre do amor. Certo dia, porém, uma das donzelas que ele repudiara formulou um voto que foi ouvido e atendido pelos deuses: "Que aquele que não ama os outros se apaixone por si próprio"".
"Dizem que a alma de Narciso, ao atravessar o rio que rodeia o mundo dos mortos, se debruçou no barco para, de relance, ter uma visão derradeira da imagem de si próprio, que a água reflectia".