Mostrar mensagens com a etiqueta Direitos dos Animais. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Direitos dos Animais. Mostrar todas as mensagens

segunda-feira, 10 de novembro de 2014

Preto e Branco - LXXXI


Rinoceronte-negro-ocidental

http://iwamanews.blogspot.pt


O rinoceronte-negro-ocidental foi considerado oficialmente extinto pela International Union for the Conservation of Nature (IUCN). A espécie foi vista pela última vez em 2006 nos Camarões, pelo que os peritos a consideraram oficialmente extinta. (...)

Tal como esta subespécie de rinoceronte que desapareceu para sempre, também o rinoceronte-branco-do-norte está à beira da extinção – apenas existem seis exemplares em todo o mundo e todos em cativeiro -, tal como o rinoceronte-de-Java. A indicação provém da revisão da lista de espécies ameaçadas da IUCN. 
O rinoceronte-branco-do-sul, tal como o parente do norte, esteve quase à beira da extinção no início do século XIX, mas graças a medidas de conservação o animal conseguiu sobreviver. Actualmente, existem cerca de 20.000 rinocerontes-brancos-do-sul em liberdade. 



http://greensavers.sapo.pt/2014/11/10/rinoceronte-negro-ocidental-esta-oficialmente-extinto/


Rinoceronte-branco-do-sul

http://www.ecodesenvolvimento.org




sábado, 16 de novembro de 2013

Vermelho - LVII

Duas tartarugas marinhas, da espécie Caretta caretta, foram reintroduzidas no seu ambiente natural, o mar, no passado dia 1 de Novembro, numa operação do Oceanário de Lisboa, com o apoio da Marinha Portuguesa.
Durante dois anos, Daisy e Touché - que podem chegar aos 80 anos - estiveram em recuperação no aquário da capital e a ser preparados para a libertação, que aconteceu ao largo das Ilhas Desertas, arquipélago da Madeira. Foi-lhes acoplado um transmissor para, via satélite, seguir a sua vida no oceano. Os seus percursos podem ser acompanhados em www.oceanario.pt. (...)


(...) A tartaruga-comum vive em todos os oceanos, desde latitudes temperadas até subtropicais. Tem uma mandíbula grande e poderosa para esmagar as suas presas e alimenta-se de invertebrados, peixes e algas. São conhecidas pelo seu comportamento migratório e chegam a percorrer mais de 4.800 quilómetros. Os adultos e juvenis migram em direção ao Equador, no inverno, para evitar as correntes frias.
Ler mais: http://visao.sapo.pt/oceanario-devolve-ao-mar-tartarugas-em-cativeiro-ha-30-anos=f757551#ixzz2kny6UZOd